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yuze na mídia #09 – nosso founder Guilherme Eiras fazendo mentorias de startups do agronegócio!

Startups e empreendedores apresentam projetos para a cadeia de grãos em Londrina

Startups e empreendedores selecionados no concurso “Camp de Ecoinovação Agrotech”, organizado por SEBRAE, EMBRAPA e ONU Meio Ambiente, terão de defender seus projetos de redução do impacto ambiental da cadeia de grãos durante evento que ocorre de sexta-feira (18) a domingo (20) em Londrina (PR). As propostas devem estar alinhadas à solução de problemas ou à identificação de oportunidades que tragam melhorias socioambientais para a cadeia produtiva de grãos, tais como: redução de emissão de carbono, diminuição de perdas e ineficiências, gestão de resíduos, entre outros. Startups e empreendedores selecionados no concurso “Camp de Ecoinovação Agrotech”, organizado por Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e ONU Meio Ambiente, terão de defender seus projetos de redução do impacto ambiental da cadeia de grãos durante evento que ocorre de sexta-feira (18) a domingo (20) em Londrina (PR). Concorrentes das duas categorias do desafio — ideias de empreendedores e startups em operação ou tração — participarão de painéis e debates com especialistas das instituições organizadoras sobre modelo de negócios e ecoinovação. Os participantes poderão interagir com os especialistas, que poderão orientá-los a melhorar suas propostas. A orientação acontecerá durante os webinars (seminários online durante a semana) e presencialmente, na programação do fim de semana. Um dos webinars discutirá as novas tecnologias no contexto da agricultura de precisão, com o pesquisador da EMBRAPA Milho e Sorgo Evandro Mantovani. Outro tratará da competitividade da agricultura e da inovação tecnológica como estratégia, com o pesquisador da EMBRAPA Soja Alvadi Antonio Balbinot Junior. A ecoinovação para a sustentabilidade no agronegócio será o tema da especialista da ONU Meio Ambiente Regina Cavini. Para o Camp de Ecoinovação Agrotech, já está confirmada a presença de dez mentores da EMBRAPA: Alexandre Abdão, doutor em fitotecnia; Carina Rufino, com atuação em comunicação empresarial; Claudine Seixas, com trabalho em fitopatologia; Divania de Lima, com experiência em produção e tecnologia de sementes; Fernando Adegas, com atuação em manejo de plantas daninhas e tecnologia de aplicação de pesticidas; Irineu Lorini, que atua com manejo integrado de pragas de grãos e sementes armazenadas; Ivan Cruz, com trabalhos voltados para controle biológico; José Manoel Marconcini, engenheiro de materiais, com experiência com biomateriais; Marcelo Hirakuri, da área de ciência da computação; Samuel Roggia, pesquisador na área de entomologia. Já a ONU trará para o evento o conceito de ecoinovação e como incorporá-la aos modelos de negócios e estratégias empresariais. A mentoria será realizada por Camila Cavallari, uma das responsáveis pela área de Produção e Consumo Sustentáveis da ONU Meio Ambiente no Brasil. Com experiência em gestão de projetos em compras públicas sustentáveis e rotulagem ambiental, sustentabilidade na gestão pública, turismo sustentável e ecoinovação, Regina Cavini, oficial de programas sênior da agência da ONU, fará palestra na abertura e comporá o júri do desafio de startups e ideias. Os mentores do SEBRAE, por sua vez, levarão aos participantes orientações voltadas ao empreendedorismo. No segundo dia, os competidores participarão de um bate-papo com foco na sensibilização sobre tecnologia, sustentabilidade e ética com a professora da Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB), Cláudia Melo. Doutora em ciência da computação, Cláudia tem 17 anos de experiência na indústria de software, já atuou como presidente de empresas de tecnologia e hoje seus projetos apoiam a agenda de sustentabilidade da ONU para 2030. Ela também atuará como mentora dos grupos. Nos demais momentos da programação, os competidores terão oportunidade de discutir modelagem de negócios no ambiente de colaboração, com Diogo Takayama da RTN Engenharia; aprender sobre precificação de empresas, com Eduardo Bueno, da Smart Value Investiment; treinar a apresentação das propostas com Guilherme Eiras da Yuze; além de ter espaço para troca de experiências entre si. Outra função do evento é proporcionar a aproximação dos públicos com empresas que possam capacitá-los e apoiá-los financeiramente, como aceleradoras e investidores-anjos. As propostas devem estar alinhadas à solução de problemas ou à identificação de oportunidades que tragam melhorias socioambientais para a cadeia produtiva de grãos, tais como: redução de emissão de carbono, diminuição de perdas e ineficiências, gestão de resíduos, uso eficiente de energia, controle ou redução de defensivos químicos, eficiência no uso de recursos hídricos, conservação do solo e soluções colaborativas. O prêmio para o primeiro colocado na categoria startup será a participação na feira internacional de sustentabilidade World Efficiency Solutions, em Paris, na França, em dezembro deste ano. Já o vencedor da categoria ideia será inscrito na Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE), que acontece em outubro em São Paulo.

Histórico

Resultado de parceria entre SEBRAE, EMBRAPA e ONU Meio Ambiente, o “Camp de Ecoinovação Agrotech: Sustentabilidade para a Cadeia de Grãos” foi lançado durante a Campus Party, realizada em Brasília, em junho. Na ocasião, foi apresentado o regulamento do desafio. Os interessados tiveram um mês para enviar suas propostas para concorrer como startup ou ideia. Ao todo, foram recebidas 64 inscrições, sendo 27 de startups e 37 de ideias. Foram selecionadas dez propostas em cada categoria em resultado divulgado em 21 de julho. O evento desta semana pode ser acompanhado pelas redes sociais, no perfil da ONU Meio Ambiente, da EMBRAPA e do SEBRAE. Camp de Ecoinovação Agrotech Data: 18 a 20 de agosto de 2017 Endereço: Sociedade Rural do Paraná Avenida Tiradentes, 6275, Jardim Rosicler, Londrina, Paraná. Mais informações: www.sebrae.com.br/desafioagrotechabc

yuze na mídia #08 – Interior tem cada vez mais cidades empreendedoras

Valor Econômico Entre as 15 cidades mais empreendedoras do país, segundo estudo divulgado neste mês pela Endeavor, seis não são capitais e, entre as 10 primeiras colocadas, três são do interior de São Paulo e de Santa Catarina. Um movimento que cresce a cada dia e, que, de acordo com os estudiosos, tende a ganhar mais força nos próximos anos. As razões são muitas, desde a busca por melhor qualidade de vida, menores custos de produção e de mão-de-obra, até os incentivos fiscais oferecidos por muitos municípios. Mas o peso maior está na multiplicação cada vez mais forte de ambientes propícios à abertura de novos negócios, os chamados ecossistemas empreendedores. Nona colocada no Índice de Cidades Empreendedoras Endeavor Brasil 2015, a cidade de Joinville vem despontado como um polo de inovação não só de Santa Catarina, mas do país. Seu índice de empresas que patentearam criações, por exemplo, é de cinco para cada mil, três vezes maior que a média, de 1,7. "Somos uma cidade ainda muito industrial, com a economia centrada no setor metal-mecânico, um modelo que em duas décadas deve se esgotar", admite o prefeito Udo Döhler. "Daí traçarmos um plano de mudança estratégica da economia até 2030, quando a população da cidade dobrará". A mudança passa pela construção de um ecossistema empreendedor, a exemplo do que já acontece em Florianópolis, capital do estado, baseado no esforço conjunto de universidades, poder público e a iniciativa privada. "O objetivo é fomentar o desenvolvimento na próxima década de empresas ligadas à biotecnologia, novos materiais, economia verde, produção de órteses, próteses e mini robôs", afirma o prefeito. Nos mesmos moldes de Joinville, a paranaense Londrina, considerada a 17ª cidade mais empreendedora do país, faz da incubadora da Universidade Estadual de Londrina, um catalizador de novos negócios. Foi na incubadora que nasceu em 2012, a Yuze, fabricante de utensílios para cozinha em cerâmica, que tem no design um dos seus principais diferenciais. Com 16 produtos em linha, entre moedores, abridores, afiadores e facas e um faturamento estimado de R$ 1,7 milhão para este ano, a empresa soma mais de 1.300 clientes distribuídos em 23 Estados e se preparara para, em 2016, atravessar as fronteiras do Brasil. "Londrina nos oferece uma ótima infraestrutura logística, mão-de-obra de qualidade, a um custo pelo menos 20% mais baixo, e não tem o trânsito e o estresse das grandes capitais", afirma o sócio Guilherme Eiras. "A dificuldade não está em contratar mão-de-obra na região, mas em convencer profissionais especializados a trocar os grandes centros a arriscar e mudar de vida para integrar um time no interior, mesmo a empresa registrando uma média de crescimento de 40% ao ano." Um desafio que, na visão de Roberto Oliveira, sócio da ICheff, start up com sede em Londrina, está cada vez mais fácil ultrapassar. "Percebemos que nos últimos tempos há mais jovens dispostos a empreender na cidade: as universidades têm organizado encontros com empreendedores bem-sucedidos para que contem suas histórias e inspirem o nascimento de outras", diz. "Sem contar os custos que são 40% menores do que nas capitais". O I Cheff, software em forma de aplicativo que ajuda restaurantes e lanchonetes a controlar fluxos de compras e vendas, é o segundo negócio de Oliveira em Londrina, em parceria com dois outros sócios. O primeiro, foi o Deliveria.com, primeiro site londrinense de pedido de comida pela internet, vendido para a gigante IFood. "Poderíamos empreender em qualquer outro lugar, mas decidimos ficar em Londrina porque acreditamos que um bom negócio deve ser acompanhando de uma boa qualidade de vida", reforça Oliveira. "Se a cidade nos oferece isso e a internet nos permite operar de forma global, para que mudar?" O Índice de Cidades Empreendedoras 2015 destaca cidades de porte médio basicamente das regiões Sul e Sudeste, entre elas, Campinas, São José dos Campos, Maringá, Ribeirão Preto, Sorocaba, Caxias do Sul, Uberlândia e Blumenau, além de Joinville e Londrina. Mas, não são as únicas no país a revelar ecossistemas inovadores de peso, conforme ressalta Francilene Garcia, presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). "No próprio estado de São Paulo temos São Carlos, que merece ser observada como referência em capital humano e inovação", afirma. "No Nordeste, temos Campina Grande, Petrolina e Mossoró, polos com competitividade internacional".abc

Super Sorteio de Natal yuze!

O natal está chegando, e com ele, as melhores receitas do ano já começam a ser planejadas. Pensando no preparo desses pratos que simbolizam um momento especial de confraternização ao lado da família e de amigos, e a transição de mais um ano, a yuze vai sortear três kits de presentes para refinar as comemorações de final de ano, e começar 2018 com uma cozinha marcada pela inovação e elegância!abc

yuze na mídia #7 – Acil

Londrina confirma vocação para startups

Com três startups presentes em uma competição nacional promovida pelo Sebrae dentro da Campus Party – espécie de acampamento com palestras e workshops sobre tecnologia que ocorre anualmente em São Paulo –, Londrina vai afirmando sua vocação para o negócio. A Yuze, startup da área industrial de utensílios de cozinha em cerâmica, chegou a se classificar para a semifinal, realizada ontem, mas não avançou para a final, marcada para hoje. As outras participantes da cidade são AdFácil e Insoccer. Ao todo, o Paraná teve seis startups na competição, denominada Like a Boss Level 1 Up. Juntamente com São Paulo e Pernambuco, o estado foi um dos que mais tiveram representantes no evento paulistano. Cerca de 1.000 startups de todo o País se inscreveram, mas apenas 48 foram classificadas para a etapa realizada durante a Campus Party. Com o Like a Boss Level 1 Up, o Sebrae Nacional tem o objetivo de capacitar empreendedores e contribuir para a sustentabilidade de negócios digitais no País. Durante a tarde de ontem, as classificadas para a semifinal fizeram uma rápida apresentação sobre o seu negócio diante de um grupo de jurados, entre eles, investidores. "O Paraná entrou no jogo com seis startups. Isso é algo muito satisfatório, mostra a efetividade do que está sendo feito nesse sistema no nível de startups", avalia Fabrício Bianchi, consultor do Sebrae/PR em Londrina. Todas as participantes da competição já faziam parte de algum projeto do Sebrae em todo o Brasil. Para Bianchi, a participação das startups londrinenses no evento mostra que elas têm competitividade em nível nacional.

Expansão

A semifinalista Yuze é uma spin-off (nova empresa) da Angelus, indústria de produtos odontológicos de Londrina, e nasceu dentro da incubadora da Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 2012. No ano passado, obteve cerca de R$ 1,5 milhão de faturamento e pretende esse ano dobrar o resultado com a expansão do seu mercado para o exterior – a princípio América Latina e Leste Europeu. De acordo com Guilherme Eiras, dono da startup, o que levou a Yuze até a semifinal do Like a Boss 1 Up foi o seu modelo de negócios - já validado - e inovador, baseado em parcerias voltadas ao design de produtos e à fabricação. "Se pensássemos como uma indústria normal, a primeira coisa que faríamos seria colocar uma máquina dentro dela. Mas a primeira coisa que fizemos foi atingir o mercado com uma linha de produtos piloto e uma estratégia, e só depois produzimos buscando parcerias tanto para o design quanto para a fabricação. É um modelo de negócio enxuto." Roberto Rocha, que dirige a AdFácil junto ao seu sócio Alberto Pedro, conta que só a participação já rendeu troca de contatos e uma reunião um investidor. A AdFácil é especializada em campanhas de publicidade on-line. No ano passado, o negócio conquistou um aporte de 16 investidores através de uma plataforma de financiamento coletivo. "Já finalizamos o desenvolvimento e o foco agora está nas vendas."  Renan Akaishi, da Insoccer, um aplicativo que ajuda os amantes de futebol amador a gerenciarem times, campeonatos e partidas disponível para Android e iOS, também esteve na competição do Sebrae. "Hoje (ontem) mesmo tive uma reunião com um investidor. Estamos para fechar alguma coisa" , diz. Segundo o empreendedor, que comanda o negócio junto ao sócio Diego Faustino, a ida ao Campus Party contribuiu para o network e o feedback da startup. "Agora que já lançamos o aplicativo, precisamos de investidores para ter uma equipe fulltime, investir em marketing pesado e fazer com que o negócio se desenvolva mais rápido." Fonte: Acil em 01/02/2016abc

yuze na mída #6 – Folha de Londrina

Like a Boss alavanca startup londrinense

Além de ter se tornado uma ferramenta que hoje auxilia startups de todo o Brasil, o Sebrae Like a Boss rendeu bons frutos para uma startup londrinense. Criada em 2013, a Yuze, indústria de utilidades domésticas inovadoras, chegou até a semifinal da competição na Campus Party e hoje comemora a consolidação do negócio.
Eram mais de mil startups inscritas e só 48 delas chegaram à competição na Campus Party. A Yuze passou pelas oitavas e pelas quartas de finais. Chegou à semifinal e deixou a competição como uma das 12 melhores startups do Brasil. "Nós recebemos proposta de um investidor que estava lá. Além disso, a visibilidade promovida pelo evento nos trouxe também novos clientes", conta Guilherme Eiras, que comanda a Yuze.
Para ele, o bom desempenho da empresa na competição se deu graças ao modelo de negócio. "Quando você fala com investidores, você tem que mostrar que seu modelo está validado no mercado. Não adianta ter uma grande ideia se você não conseguir vendê-la para ninguém", afirma Eiras. (J.G.)
Fonte: Folha de Londrina em 26/09/2016
abc

yuze na mídia #5 -Aintec/UEL

Os eventos acontecerão em fevereiro e março e reunirão investidores e compradores do mundo inteiro

Iniciar os planos para exportação chegando a grandes mercados. Essa é a aposta da Yuze, empresa ligada à Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (Intuel/ Aintec), que vai começar 2016 participando de duas maiores feiras internacionais do setor de bens de consumo. Em fevereiro, entre os dias 12 e 16, a Yuze estará na Ambiente, em Frankfurt (Alemanha), e em março nos dias 05 a 08 na International Home + Housewares Show, em Chicago (EUA). A participação da empresa conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil). Em 2015, no segundo ano de atuação da incubada, junto com o apoio da APEX, iniciou a estruturação do departamento de exportação com a contratação de um colaborador focado no comércio exterior. “Somos uma grande empresa, ainda pequena”, brinca Guilherme Eiras, sócio da Yuze. Ele conta que a estratégia da empresa e os produtos são pensados para o mercado global, desde o desenvolvimento de embalagens até conteúdo. “Claro que ainda temos muito para aprender, por isso nossa expectativa inicial é conhecer os mercados e, fazer as primeiras exportações da empresa”, explica.

Feiras

A Ambiente é uma feira, que contará com mais de 134 mil pessoas, entre visitantes e profissionais de mais de 150 países. Os produtos expostos estarão dividos em três categorias. A Yuze vai participar da primeira que é a de Jantar,  que abrange utensílios para cozinha moderna e elétrodomésticos. O afiador de facas Yuze, de acordo com Guilherme, será um dos destaques nesse ambiente. O produto foi desenvolvido em parceria com o SEBRAE durante o programa SEBRAETEC. O afiador e os demais produtos do portfólio da Yuze, que hoje totalizam 15 produtos também serão levados para a International Home + Housewares Show, que contará com 2,1 mil expositores e 62 mil participantes de mais de 125 países. Um dos destaques dessa edição é a mostra prévia das novidades dos expositores estreantes, quando compradores e imprensa de todo o mundo visitarão, antecipadamente, o pavilhão que receberá 60 expositores que participarão pela primeira vez desses eventos, incluindo a Yuze. Fonte: Aintec em 03/02/2016abc

yuze na mídia #4 – Tarobá News

Intuel gradua empresa com faturamento de R$ 2,5 milhões

A Yuze, empresa especializada na produção de utensílios domésticos de alta performance, será graduada nesta quinta-feira (17) no ECO.TIC 2017 Smart Cities que acontece no Parque de Exposições Governador Ney Braga. A Yuze nasceu na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (Intuel) e fechará 2017 com um faturamento de R$ 2,5 milhões. Incubada na Intuel entre 2015 e 2017, a Yuze produz utensílios domésticos de alta performance, com a tecnologia da cerâmica avançada. Produtos como facas e afiadores estão no catálogo da empresa. “A incubadora nos auxiliou quando estávamos pivotando de mercado, do odontológico para produtos de consumo, e nos apoiou no projeto dando visibilidade, mentorias, espaço físico e treinamentos que foram fundamentais na criação do nosso modelo de negócios inovador”, afirma Guilherme Eiras, sócio da empresa. Para o empreendedor, o auxílio que a Intuel deu à empresa para trabalhar os cinco eixos de qualidade indicados pelo Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne) foi de fundamental importância para a Yuze atingir o patamar em que se encontra agora. “Foi somente com esse apoio que crescemos para conseguirmos a graduação”, explica. Os eixos são: Empreendedor, Gestão, Mercado, Capital e Tecnologia. Atualmente a Yuze conta com distribuição nacional em mais de 600 clientes ativos, mais o canal de e-commerce, além da exportação de produtos para a Europa e América Latina. A empresa trabalha com sete funcionários. (Com informações da assessoria) Fonte: Tarobá News em 17/10/2017abc

yuze na mídia #3 – Agência UEL de Notícias

Empresa incubada na Intuel participa de evento internacional

Agência UEL

Ligada à Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da UEL (Intuel), a empresa Yuze, especializada em utensílios de cozinha com design inovador, participa este ano de duas das maiores feiras internacionais do setor. Entre os dias 12 e 16 deste mês a Yuze estará na feira ?Ambiente?, em Frankfurt (Alemanha), e em março, entre os dias 5 e 8, na ?International Home + Housewares Show?, em Chicago, nos Estados Unidos.

A startup londrinense vai levar para a feira o afiador de facas Yuze, produto desenvolvido em parceria com o SEBRAE. O afiador e os demais produtos do portifólio da Yuze, que hoje totalizam 15 utensílios, também serão levados para a International Home + Housewares Show, que contará com 2,1 mil expositores e 62 mil participantes de mais de 125 países.

A Intuel, que pertence à Agência de Inovação Tecnológica (Aintec) da UEL, apóia projetos e empreendimentos de base tecnológica, visando à criação de empresas inovadoras e sustentáveis. Para se ter uma dimensão deste trabalho, em 15 anos de atividades, foi movimentado R$ 1,5 milhão em investimento atraído pelas organizações. Atualmente 11 empresas tecnológicas estão instaladas na Intuel.

abc

yuze na mídia #2 – Portal Bonde

Startup londrinense Yuze está na semi final do Like a Boss 1Up no Campus Party. Competição promovida pelo Sebrae Nacional visa a sustentabilidade em empresas digitais iniciantes ou já estabelecidas, a partir da capacitação de seus empreendedores. Adfácil, Insoccer e Yuze, foraam finalistas entre as 48 startups brasileiras classificadas para concorrer à etapa final do Like a Boss 1 Up, em São Paulo, que esta acontecendo de 27 a 30 de janeiro, durante a Campus Party. A competição faz parte de uma estratégia do Sebrae Nacional para capacitar empreendedores e contribuir para a sustentabilidade de negócios digitais no país. Participam da iniciativa os empreendedores que já estão inscritos em algum projeto de startup promovido pelo Sebrae em 24 estados brasileiros. Paraná, São Paulo e Pernambuco se destacaram na competição, com mais de duas startups selecionadas. Em cada fase da competição as empresas cumprem tarefas presenciais e, em ambientes virtuais. O Sebrae analisa a equipe que compõe o negócio e a função dos seus integrantes, o faturamento, a visão de futuro, o potencial de mercado, entre outros aspectos. As melhores empresas, que estão classificadas para a etapa presencial em São Paulo, vão se apresentar para uma banca de investidores. Ontem aconteceu a primeira fase do game com as 48 nacionais classificadas dentre as quase 1000 inscrições realizadas. De acordo com o Coordenador dos projetos de Startups do Sebrae Nacional, Sr. Marcio Brito, tinhamos 4 startups do Paraná na segunda fase, que acontece durante o dia ontem, sendo que as 3 da regional norte (Yuze, Adfacil e Insoccer) permanecem no jogo e apresentam seus piches ontem durante a tarde. Das 06 startups que tínhamos pelo Parana frente às 48 do Game SEBRAE Like a Boss, continuamos na disputa com a Startup Yuze na semifinal que acontece hoje. As startups Adfacil e Insoccer se apresentaram muito bem, mas os jurados tomaram a decisão por outras que também se apresentaram de forma muito profissional na etapa de hoje. Aproveito aqui para registrar e parabenizar a dedicação com que se fizeram presente nessa competição e também por terem avançado e conquistado o espaço entre as 30 finalistas nacionais que se apresentaram na Campus hoje. Todas as startups estão de parabéns pela participação brilhante nessa competição nacional e pela forma como representaram o empreendedorismo Paranaense. Vale ressaltar que amanhã a disputa continua e será pela final que acontece no sábado e temos a Yuze nessa etapa nos representado.  abc

yuze na mídia #1 – Folha de Londrina

'TRANSFORMAÇÃO DIGITAL' - Tecnologia é trampolim para o crescimento

Apenas 18% das empresas do mundo usam tecnologia de maneira eficaz para fazê-las crescer; medo de mudanças faz com que companhias fiquem para trás

Com informações da Folha de Londrina

A tecnologia se embrenhou na rotina das pessoas de uma maneira tão intensa que algumas tarefas se tornaram inimagináveis sem o uso dela. E essa mudança acontece tão rapidamente que sequer é possível perceber quando exatamente o jogo virou. Chamar um táxi, por exemplo, já se tornou tão digital que algumas pessoas já até se esqueceram como era pedir um veículo pelo telefone, ligando para uma central. Fazer transações no banco, pedir comida, comunicar-se com as pessoas, assistir a programas de TV. É extensa a lista de tarefas que já estão ligadas a tecnologias sem as quais não é mais possível viver.

O grande "gatilho" dessa "transformação digital" foi o crescimento da capacidade computacional, que a tornou mais disponível e barata, observou Claudio Soutto, sócio da KPMG no Brasil. Porém, parece que, no âmbito corporativo, essa mudança custa mais a acontecer. Pesquisa realizada pela rede global de firmas de Audit, Tax e Advisory comprova isso: apesar de 40% dos CIOs (Chief Information Officer) das empresas entrevistadas possuírem "visão digital" e uma estratégia de negócio que abrange toda a organização – índice maior que os 27% registrados na pesquisa anterior -, apenas 18% das entrevistadas são consideradas líderes digitais, ou seja, mostram-se eficazes no uso de tecnologia para fazer a companhia progredir.

A tecnologia quebra barreiras. O universo digital permite às empresas ter um impacto e uma abrangência maior de suas atividades, avalia Soutto. Com a transformação digital, também é possível obter ganhos com a simplificação de processos dentro da empresa. "A Transformação Digital é o uso da tecnologia para melhorar de forma radical o desempenho e expandir a atuação das empresas. Ela contribui para aprimorar a experiência do cliente, evoluir processos operacionais e transformar modelos de negócios", explica Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce – empresa global de CRM (Customer Relationship Management) - para a América Latina.

SEGUIDORES E 'ATRASADOS' Para Soutto, o índice de líderes digitais no País é pequeno porque a maior parte das empresas brasileiras é formada por "followers" (seguidores) ou "late adopters" (adotantes tardios). "Existem as empresas que são 'early adopters', que pensam, vão e investem, e têm os 'followers', que esperam para ver o que deu certo. A grande maioria está nesse grupo, esperando para ver o que acontece. Têm também os 'late followers'. Esses estão mais ameaçados e só buscam soluções aprovadas."

Quem se transforma digitalmente gera disrupção e gera impacto no seu entorno. Assim, "ou o empreendedor lidera a transformação ou então ele é impactado por outra empresa que o fez", reitera o diretor da Salesforce. "Vide o que ocorre com Uber, airbnb e fintechs e os setores de transporte, hotelaria e os serviços financeiros tradicionais. Ficar de fora da transformação digital é ser engolido por seu concorrente – ou por alguém que virou seu concorrente."

DESAFIOS "O grande desafio dos líderes no mundo tem sido alinhar a estratégia de crescimento das empresas aos projetos de TI, de forma eficaz, e que realmente traga algum retorno para a organização que seja duradouro", opina o sócio da KPMG no Brasil. "A área de TI deve deixar de ser uma estratégia de negócio basicamente de suporte e passar a ser uma parte integrante da empresa, proporcionando aos CIOs a oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com os parceiros de negócio a fim de conduzir inovação por toda a organização", continua. NA DIANTEIRA Para o consultor do Sebrae, Fabrício Bianchi, "a tecnologia de alto nível hoje nunca esteve tão acessível". Não adotá-la "é muito mais um problema cultural que de adaptação", continua. A londrinense Yuze já nasceu digital. A empresa de facas e utensílios domésticos de alta performance tenta colocar todas as suas rotinas em ferramentas digitais e atualmente investe pesado no seu e-commerce, conta o empreendedor da Yuze, Guilherme Eiras. Todos os processos passam pelas áreas da empresa de forma eletrônica, "amarrados" dentro de um sistema ERP (Enterprise Resource Planning). "Usamos o sistema desde o começo porque a partir dele temos informações de tomada de decisões bem mais rápido. Tudo o que é rotina está dentro do sistema automatizado, que permite manter a estrutura enxuta e alcançar mais pessoas." O investimento no software foi de menos de R$ 10 mil, afirma Eiras, com mensalidades de R$ 600 a R$ 700. Em 2015, a empresa faturou o seu primeiro milhão, e em 2016 cresceu 35%. A estimativa é fechar o ano com incremento de 45%.Eiras diz não imaginar mais como comandar uma empresa sem tecnologia. "Não tem como. Até conheço empresas que estão começando e operam com planilhas. Mas nas minhas mentorias já falo: põe no sistema, porque se a empresa crescer 10% não dá para dar conta de fazer 'na mão'. Tem que sempre imaginar a empresa 10 vezes maior do que é hoje."
Automatizar e agilizar atividades repetitivas e que não faziam parte do núcleo de seus negócios era o que buscava a empresa de produtos odontológicos Angelus quando investiu, em 2015, cerca de R$ 30 mil na implantação de uma plataforma que agrega diversas rotinas da companhia. Hoje, é caso de sucesso da empresa que comercializa o software adotado. "O principal objetivo era reduzir o tempo gasto com atividades que não fazem parte do 'core' do nosso negócio", explicou Luiz Gustavo Branco, do setor de Tecnologia da Informação da Angelus. Atividades que antes demoravam dias passaram a ser realizados em questão de horas, conta ele. O uso da plataforma também concentrou em um só lugar informações estratégicas da empresa, que passaram a ser consultadas facilmente na forma de indicadores. Exemplo de como as tarefas da empresa se tornaram mais eficientes está no setor de qualidade. Antes, as ligações no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) geravam checklists, que eram encaminhados ao setor de qualidade via e-mail. Perder mensagens e todas as informações nelas contidas era um risco a que estava sujeito o setor. A entrada de informações diretamente na plataforma adquirida pela Angelus centralizou todas os dados necessários para a análise dos casos em um só lugar, e ainda permitiu à empresa ter uma visão global de todos os atendimentos. Os funcionários da Angelus também têm acesso, pela plataforma, a uma central de tarefas que os auxilia a gerenciar suas atividades de acordo com o prazo atribuído a cada uma delas. O controle de projetos também foi sistematizado de maneira que os envolvidos podem visualizar os projetos da empresa, seus responsáveis e sua situação (se em aberto, encerrado ou em atraso, por exemplo). O mesmo foi feito com o monitoramento de importações - a plataforma adotada pela Angelus dá acesso a todos os pedidos de importações da empresa e ao seu andamento. Um sistema de força de vendas substituiu as planilhas antes enviadas pelos vendedores, que precisavam ser digitalizados a cada venda. Com o passar do tempo, a empresa inclui novas rotinas à plataforma. Branco reitera que a "transformação digital" é um evolução diária constante. De 265 formulários, foram automatizados apenas 20%. "Rotinas novas aparecem com frequência. A expectativa é que automatizemos boa parte dos processos da empresa." BARREIRA CULTURAL Quando a Angelus implantou a plataforma que integraria os seus processos, a barreira cultural foi o maior dos obstáculos. "As pessoas estão acostumadas com uma rotina", comenta Branco. Mas à medida que a companhia começou a ver os resultados da implantação, a tecnologia foi sendo incorporada à rotina dos colaboradores. "É um caminho sem volta. Estamos buscando o crescimento do negócio, e se quisermos que ele cresça de maneira sustentável e saudável, é preciso investir em tecnologia." Mesmo após ter passado por um momento difícil no ano passado, a empresa ainda registrou uma média de crescimento anual de 10% nos últimos três anos.
Mie Francine Chiba Reportagem Local - Folha de Londrina
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